02 mai2013

Conto Erótico – Abundância

por Aninha

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Sempre achei esquisito quando algum amigo ou em uma conversa, o cara falar que só gosta de mulher magra, que não gosta de mulher negra, enfim, essas restrições. Acho uma grande bobagem tudo isso. Mulher é a melhor coisa que existe, não tem essa de ficar com preconceitos idiotas.
Tudo bem, se a mulher for gorda demais, realmente não dá pra encarar – esse tipo de tara eu não tenho, infelizmente. Mas se for daquelas gordinhas durinhas, meu amigo, talvez seja o melhor tipo de mulher pra se transar.
As flácidas, de barriga caída, não me interessam, mas essas todas durinhas são deliciosas. Isso também pelo seguinte: a mulher gostosa demais acha que o homem tem que fazer tudo para ela, daí a danada não se esforça nem um pouco pra agradar, sobe no pedestal e o cara que se vire!
As gordinhas são muito mais generosas, carinhosas, se doam muito mais! É por isso que eu sempre fico de olho nessas mulheres – é bem mais fácil uma mulher assim cair no seu colo do que uma gostosona que todos cobiçam!
A mais recente de minhas aventuras com as mulheres de formas, digamos, abundantes, foi há uns meses atrás. Fiquei olhando para ela dentro do metrô e, para minha sorte, saímos na mesma estação.
Era um sábado à tarde, daí arrisquei e convidei-a para um café. Ela disse que toparia, mas que preferia um chopinho! Melhor ainda, fomos para um bar e, depois de meia hora de papo, já estava na cara que rolaria.
Se chamava Suzy, branquinha, seios grandes, cabelos loiros, boca carnuda. Fomos direto pro motel. Caímos na cama nos beijando, eu apertando aquelas carnes macias e suculentas. Tirei a blusa dela, abri o sutiã e fiquei chupando os bicos grandes, clarinhos, que ficaram duros em contato de minha boca.
Ela alisava meu pau por cima da cueca, depois puxou-a para baixo. Fiquei de joelhos na cama, ela, de quatro, começou a mamar meu cacete. O espelho em frente me deixou mais tesudo, pois eu via o bundão dela refletido, a xoxota carnuda meio aberta…
Ela chupava muito bem, daquele jeito eu acabaria gozando em sua boca, então peguei uma camisinha, e fui por trás dela, metendo a rola na buceta molhada. Ela gemia, rebolava aquela bunda gostosa, e eu metia fundo.
Fiquei com mais tesão ainda quando via a cena refletida no espelho – deveria ter deixado a câmera do celular ligada! Ela começou a gozar, mas eu consegui segurar e mudei de posição, fui por cima mesmo, no papai-mamãe – assim eu poderia sentir seus peitos grandes roçando em mim!
Ela me agarrava, me beijava, acelerei os movimentos, daí não demorou muito e ela gozou de novo, daí eu não segurei mais e gozei também. Foi uma bela trepada, mas acho que não vai rolar tão cedo novamente, pois Suzy tem namorado. Nada mal pra um sabadão à tarde sem nada pra fazer, certo?

02 abr2013

Conto Erótico – UMA GATA FOGOSA

por Aninha

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Existem algumas mulheres que pegam a gente desprevenido. O tipo de mulher que não te faz virar o pescoço quando passa na rua, mas que te pega de jeito na hora do vamos ver – cheira bem, beija bem, sabe fazer a coisa certa na hora certa. Uma dessas mulheres eu conheci através de um amigo.
Estava rolando uma festinha de arromba, com muito som, muita bebida, enfim, tudo o que é preciso para cair na gandaia. As moradoras da casa estavam dando uma festa de despedida, pois estavam para se mudar de lá.
A uma certa altura, meu amigo me apresentou a dona da casa e da festa, Carla, uma mulher bem branquinha, meio cheinha, de cabelos encaracolados, seios grandes e sorriso largo. Dançamos uns dois minutos, nos olhando.
Até que ela tomou a iniciativa e lançou seus braços em torno do meu pescoço e me beijou. A mulher sabia tudo de beijar, estava naquela idade onde a mulher já não é mais menininha e nem tampouco coroa.
Era um beijo muito bom, um abraço envolvente, daqueles que você sente os peitos macios, uma delícia. Era tarde da noite, várias pessoas já tinham ido embora, então ela me levou para uma salinha bem escondida, acho que era uma despensa, não me lembro muito bem.
A janela ficava bem diante do poste de iluminação da rua, criando uma luz difusa no ambiente. Ela deixou o vestido de alcinhas cair, mostrando os peitos deliciosos e a xoxota de pelos fartos.
Aquilo me deixou maluco, chupei seus peitos com gosto, macios e grandes, do jeito que eu gosto. Sua mão agarrava meu pau já duro, abri o zíper e deixei que ela fizesse um boquete. Ela chupava muito bem, punhetando meu cacete enquanto sua boca engolia a chapeleta, ela acariciava minhas bolas.
Ela se apoiou na parede com as pernas abertas, daí pude lamber sua boceta à vontade – nunca tinha trepado com mulher nesse esquema! Pus uma camisinha e fui penetrando lentamente, sentindo sua xoxota apertar meu pau.
Comecei a bombar com ela de costas, apertando seus peitos e enfiando a língua em sua orelha. Ela gemia, rebolava, suas mãos me agarravam contra seu corpo. Depois, me sentei num banco de madeira e ela veio por cima, nua, só de salto, cavalgando meu cacete – que tesão!
Eu metia gostoso nela e ao mesmo tempo chupava seus peitos que balançavam a cada estocada. Ficamos nessa por um tempinho até que ela começou a gozar e eu fui junto, enchendo a camisinha com meu leite.
Nos vestimos e, ao voltarmos para a festa, todo mundo já tinha ido embora, já era bem tarde. Nos despedimos com um selinho e eu fui dirigindo para casa, feliz da vida, para depois dormir como uma criança!

06 dez2012

Conto Erótico – TÁXI ESPANHOL

por Aninha


Minha última viagem à Europa foi uma verdadeira festa, acho que nunca transei tanto com tantos homens diferentes – tirei a barriga da miséria! Passei dois meses viajando depois que me formei na faculdade.
Já estava com emprego garantido na volta, então o relax foi total! Uma das melhores e mais excitantes experiências foi em Barcelona. Eu tinha acabado de sair de um museu maravilhoso e estava exausta, andei o dia inteiro.
Saí para a rua, estiquei o dedo e peguei o primeiro táxi que apareceu. Para minha surpresa, o taxista era um moreno lindo, com cabelos pretos ondulados, sorriso largo e lábios bem desenhados.
Simpático, me perguntou de onde era e, como de hábito, ficou empolgado depois que revelei ser brasileira. Em cerca de dez minutos chegamos ao hotel. Atrevido, ele disse que terminaria o expediente dentro de algumas horas e que conhecia um bar de tapas maravilhoso.
Tapas são petiscos que os espanhóis adoram, a versão local dos nossos tira-gostos. Pensei bem e topei o convite. Subi ao meu quarto e tirei uma boa soneca, tomei um banho, fiquei toda perfumada e, pouco depois, Lucio, o taxista, estava à minha espera no lobby do hotel.
Gentil, me cumprimentou à moda antiga, beijando minha mão, achei o máximo! Fomos ao tal bar, realmente uma delícia, animado, cheio de gente bacana. A noite não poderia terminar ali, então voltamos ao hotel e fomos até o quarto.
Era batata, nos agarramos e começamos um amasso bem gostoso, ele beijava muito bem, tinha um cheiro delicioso. Senti o volume entre suas pernas roçando em minhas coxas, suas mãos fortes e macias me envolvendo pela cintura e fazendo carinhos em meu pescoço.
Tirei sua camisa e fiquei beijando seu peito magro e forte. Ele tirou meu vestido, me deixando só de calcinha, me deitou na cama e começou a chupar meus peitinhos pequenos e delicados, sugando-os com muito jeito.
Excitada, eu alisava seu pau duro por cima da cueca, até que puxei-a e comecei a chupar seu membro. Ele se enfiou por baixo de meu corpo e ficamos num 69 tesudo, daí eu peguei uma camisinha.
Olhei para aquele gato deitado na cama de pau duro e pensei em como tinha tirado a sorte grande! Coloquei a camisinha e sentei-me sobre ele, encaixando seu pau dentro de mim, cavalgando gostoso o espanhol.
Ele segurava meus seios, agarrava meus braços, me puxava para perto dele para beijar minha boca. Era bom demais, gozei em poucos minutos, mas o prazer voltou com força total e, quando comecei a gozar de novo.
Ele não segurou mais e gozou comigo. Foi uma delícia de transa, convidei-o a passar a noite comigo, mas ele disse que precisava descansar para encarar o batente no dia seguinte. Mantemos um contato via redes sociais, quando voltar à Espanha, já sei que táxi e sexo não serão problema!

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31 jul2012

Contos Eróticos – GRIPADO E TARADO

por Aninha

“Sempre arrastei um bonde pelo Mauricio, meu colega de faculdade. Mas como ele vivia atras de uma amiga, deixei quieto e meio que acabei virando amiga dele. So que o tesao por ele, contudo, seguiu intacto.
Mal poderia imaginar que a coisa acabaria rolando quando ele estivesse de cama! Foi o que aconteceu, ele pegou uma gripe forte, dai me pediu para levar a ele alguns materiais que foram estudados na aula.

Deu ate pena dele, estava um calor sufocante, e ele ali, “gripadasso”, jogado na cama. Ele morava sozinho, entao toquei a campainha e subi as escadas. Ele me recebeu de short e camiseta velha – coisa de gente doente mesmo.
Sentamos muito proximos um do outro em um sofa, de repente eu senti que ele estava ficando mais animadinho, ate que notei um volume mais evidente em seu short. Ele ficou encabulado, vermelho ate, dai eu falei para relaxar e comecei a acariciar sua coxa.

Ele falou para eu parar, que assim ele nao resistiria, dai eu disse para nao resistir. Continuei subindo ate chegar ao seu sexo, agarrei seu pau duro por cima do short. Dai, tirei o top que estava usando, mostrando meus peitinhos duros e macios. Ele nao resistiu.
Agarrou meus peitos, colocando um por vez em sua boca, chupando-os com um tesao que poucas vezes havia visto. Continuei alisando seu pau, cada vez mais duro, entao ele tirou a camiseta e o short, mostrando as coxas firmes e fortes e o pau durissimo.

Eu beijava seu peito, suas coxas, ele me agarrava, entao eu segurei seu pau e coloquei tudo na boca, chupando como eu gosto de fazer. Ele gemia de tesao, entao eu o empurrei no sofa, chupei mais um pouquinho e fui pegar uma camisinha na bolsa.
Voltei e ele estava com o pau na mao, esperando por mim. Coloquei a dita cuja em sua vara, empinei bem o bumbum e mandei que me chupasse. Ele obedeceu na hora, abriu minha bunda e enfiou sua lingua inteira em mim, me deixando doida de tesao.

Entao, ele ficou em pe e posicionou seu pau na entrada de minha xoxota. Eu empurrei seu membro para dentro de mim, sentindo o calor e a grossura dele, me deixando cada vez mais louca de prazer.
Ele metia forte e ritmado, eu sentia seu suor pingando em meu bumbum, eu rebolando e sentindo aquele homem me comendo gostoso! Gozei como ha muito tempo nao fazia, uma, duas, tres vezes, ate que ele gozou tambem.
Ficamos nos beijando um tempo, ate que nos vestimos e, finalmente, consegui passar o material de estudo pra ele. Hoje, ele nem olha mais para aquela amiga, o negocio eh so comigo – ou seja, hoje Mauricio eh muito mais que um simples colega da faculdade!” (Fonte: http://www.sensualclub.com.br/WEB/contos.asp)

22 mai2012

Me telefona?

por Aninha

Pessoal, olha só que novidade legal: O Sensual Club está com um portal de voz. É um espaço para todo mundo que curte um papo mais quente e está em busca de novas emoções. Essa semana saiu um comercial com Erica Vieira falando sobre ele, até coloquei o link aqui. O portal funciona 24 horas por dia e todo mundo pode participar. Fazendo sua ligação, além de ter a oportunidade de conversar com a própria Érica, que
comanda o nosso portal, você poderá ter a chance de se divertir no bate papo, podendo conhecer pessoas novas e interessantes.
O portal de voz, também tem contos eróticos e confissões sexuais. O que pode ser interessante para aqueles que estão precisando apenas ouvir umas coisas mais picantes para dar um empurrãozinho na sua criatividade na cama, não é mesmo? Afinal, isso pode ajudar bastante a esquentar aquela relação que já anda meio mais ou menos.

De qualquer forma, o portal de voz tem espaço pra todo mundo: para os que gostam de interagir mais e para os danadinhos que preferem só ficar ouvindo as safadesas dos outros. Solteiros ou comprometidos, tenho certeza que o portal de voz tem tudo para estimular a sua criatividade, não deixe de ligar!

O número é (11) 9626-1000, venha se divertir!

Assista ao video do Portal de Voz do Sensual Club com a nossa deliciosa Erikinha

10 mai2012

Conto Erótico: Fazendo um extra

por Aninha

Oi Gente,
Aproveitando que hoje já é quinta, separamos um conto pra vocês já começarem a entrar no clima do final de semana. Aproveitem!

“Júlia é uma garota atraente, que trabalha comigo numa loja de sapatos. Ela me deixa sempre excitado. Tem um jeito moleque e faz uma carinha de safada que me deixa maluco. Um dia, ficamos trabalhando até mais tarde.
Eu estava no computador quando senti a respiração dela atrás da minha nuca. Fiquei quieto. Ela começou a beijar minhas costas e foi enfiando a mão na minha camisa e acariciando meu peito. Estava ofegante.
Tirou minha camisa e virou-me de frente para ela. Aqueles olhos verdes me fitaram e acenderam meu desejo. Sem dizer uma palavra, sentou-se no meu colo e começamos um longo e molhado beijo.
Sentia a respiração ofegante dela enquanto eu passava minha língua pelos lábios grossos e rosados. Sentia os biquinhos dos seios dela tentando furar a blusa que ela usava. Abri a blusa botão por botão até expor o lingerie.
Levantei o sutiã até poder admirar o biquinho rosado e duro. Dei um beliscão ao qual ela respondeu com um “ai”. Comecei a soprar e lamber até que ele ficou totalmente durinho e apontando para mim. Coloquei inteirinho na boca e comecei a sugar e morder.
Júlia ficou ainda mais ofegante. Apertava minha cabeça contra seus seios e gemia gostoso. Voltei a subir e beijar a sua boca sedenta. Suas pálpebras tremiam – era tesão em estado puro.
Coloquei-a deitada em cima da mesa e arranquei sua calça e calcinha deixando-a preparada para uma chupada. Sua xaninha estava tão molhada que chegava a brilhar.
Caí de boca naquela xoxotinha gostosa. Comecei a socar um dedinho nela, bem fundo, para estimulá-la ainda mais. Fiquei masturbando-a com o dedo enquanto chupava o clitóris. Os seus gemidos eram cada vez mais fortes.
Ela fechava os olhos e suspirava. Aí, comecei a enfiar mais dois dedos preenchendo-a totalmente. Ela agora arregalava os olhinhos, levantava os quadris e rebolava. Fiquei em pé com o meu pau em riste, pus a camisinha e já fui logo enfiando tudo.
Como ela estava encharcada, a penetração foi rápida e prazerosa. Comecei os movimentos de vai-e-vem com força e rapidez. Segurei-a pela cintura e fui metendo até o saco bater naquela bundinha gostosa. Ela pedia mais.
A cena toda foi um pouco demais para meus nervos – não consegui me conter. Gozei e derramei meu prazer em sua barriga, seios e até no rosto. Até hoje, Júlia foi a melhor amante que já tive.”